twitter

Mostrando postagens com marcador Pense nisso.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pense nisso.... Mostrar todas as postagens

Olá galerinha,

Na postagem passada (Pensem nisso… Você sabe como as chaves funcionam?) recebi a seguinte mensagem de um colega leitor do blog:

E já vi em muitos filmes a pessoa abrir fechaduras com um grampo. Será que na realidade é possível?

É sim. Veja a animação abaixo:

Você insere um objeto fino (um clipe para papel, por exemplo) para forçar a fechadura a girar. Depois, insere outro objeto fino para mover cada pino. Quando todos eles se moverem para cima, a fechadura gira e você abre a porta sem uma chave.

Curioso, não!?

Abraços,
Ju

Referência:
http://imgur.com/r/gifs/Txh5y


Olá pessoal,

Todo mundo tem uma chave no bolso, leva uma chave dentro da bolsa, quer seja da porta de casa, do trabalho, do carro e, a utilizamos toda hora. Mas, vocês já pararam para pensar como elas funcionam?

Ontem ao fechar a porta de casa me surgiu esta dúvida então, resolvi fazer esta postagem com as informações que encontrei aqui na net.

Vejam só:

Dentro de uma fechadura há uma espécie de quebra-cabeça que somente a chave correta pode resolver. A variação principal na confecção das fechaduras é a natureza desse quebra-cabeça. Um dos quebra-cabeças mais comuns  é o modelo com pino e tranqueta, mostrado abaixo.

1

Os principais componentes do modelo com pino e tranqueta são uma série de pequenos pinos de comprimento variável. Os pinos são divididos em pares. Cada par fica assentado num canal que atravessa o cilindro central e o suporte em volta do cilindro. As molas na parte superior dos canais mantêm os pares de pinos na posição dentro do cilindro. Quando nenhuma chave é introduzida, o pino inferior de cada par fica completamente dentro do cilindro, ao passo que o pino superior fica posicionado metade no cilindro e metade no suporte. A posição desses pinos superiores não permite que o cilindro gire.

Quando você introduz uma chave, a série de entalhes da chave empurra os pares de pinos para níveis diferentes. A chave incorreta empurra os pinos de modo que a maioria dos pinos superiores fica parte no cilindro e parte no suporte.

A chave correta empurrará cada par de pinos o suficiente para que o ponto onde os dois pinos ficam juntos se alinhe perfeitamente com o espaço onde o cilindro e o suporte ficam juntos (esse ponto é chamado de linha de transição). Em outras palavras, a chave empurrará os pinos para cima de modo que todos os pinos superiores ficam inseridos completamente no suporte, e os inferiores ficam completamente dentro do cilindro. Sem nenhum pino do suporte em seu caminho, o cilindro gira livremente e você pode empurrar a lingueta para dentro e para fora.

Esse modelo simples de quebra-cabeça é muito eficaz. Como os pinos estão escondidos dentro da fechadura, é bastante difícil para a maioria das pessoas girar o cilindro sem a chave correta. 

Vejam as figuras:

Os pinos em uma fechadura com pino e tranqueta, quando nenhuma chave é introduzida:

2

Quando a chave correta é introduzida, todos os pinos são empurrados para cima, ficando na mesma altura e nivelados com a linha de transição:

3

Se ainda ficou com alguma dúvida, reparem nesta animação:

http://img.gawkerassets.com/img/18c7sna7bc6spgif/original.gif

Enfim, os pinos precisam se alinhar e sair do caminho para a chave conseguir girar a fechadura. Simples assim.

Interessante, não!?
Espero que tenham gostado. Alegre

Abraços,
Ju

Referência:
http://casa.hsw.uol.com.br/violacao-de-fechaduras.htm
http://img.gawkerassets.com/img/18c7sna7bc6spgif/original.gif


“Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra.” (Anísio Teixeira)

Um abraço,
Ju


“Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.” (Paulo Freire)

Abraços,
Ju


“(...) Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
(Fernando Pessoa)

Duas garotinhas de dez anos de idade conversam sobre o que querem ser na vida. A primeira, orgulhosa, nem pensa duas vezes: “quero ser médica!”. A segunda diz “e eu quero ser professora”. “Professora? Só isso?”, retrucou a menina, com uma certa arrogância. A amiga nem se abalou: “E você acha que vai se tornar médica como? Tendo aulas com um monte de professores, oras!”

Esse diálogo simples, que se repete entre milhares de crianças todos os dias, revela aquilo que estamos acostumados a sentir na própria pele: o descaso com o ofício de professor, que hoje possui uma imagem desgastada em virtude de todas as transformações que a educação sofreu em nosso país.

Mas, como afirmou a menina, não há jornalista, advogado, engenheiro, médico ou outro doutor que não tenha, algum dia, frequentado salas de aula, dividindo diariamente suas experiências com os mestres que nos ensinam não só matemática, física, química, como nos ensinam sobre a própria vida.

Os salários são baixos, as condições de ensino são, hoje, muitas vezes precárias, mas a maior virtude do mestre está em ensinar. Em conduzir crianças, adolescentes, adultos, a algum rumo na vida.

É possível que não nos recordemos de todos os professores com quem tivemos contato nesta vida, mas sem dúvida nos lembramos de algum mestre em especial. A primeira professora costuma ser sempre inesquecível (me lembro certamente da professora Leila, minha professora do pré-escolar) assim como aquele mestre na faculdade que nos ajudou a tomar um rumo mais acertado na profissão.

Apesar de todos os percalços, de todas as dificuldades, é nos mestres em quem confiamos. Mestres que não abandonam seus caminhos, por mais difíceis que sejam, mantendo vivo o compromisso de educar. Como dizia Fernando Pessoa, “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Amanhã, dia 15 de outubro, comemora-se o dia do professor. Aos professores de almas enormes, só tenho a agradecer por terem me ensinado a viver. Pense nisso você também.

Um abraço,
Ju


Evolução

Um abraço!
Ju


“Os primeiros passos são inúteis quando não se percorre o caminho até o fim.” (Shânkara)

Vamos em frente!

Um abraço,
Ju


Pense nisso 6
O que podemos fazer para mudar isso???

Um abraço!
Ju


"A essência da matemática não é para fazer das coisas simples, complicadas, mas para tornar as coisas complicadas simples."
(S. Gudder)

Um abraço!
Ju


Olááá,

Pense nisso

Tradução: "Como eu posso confiar na sua informação quando você usa esta tecnologia ultrapassada?"

Nada contra os computadores, muito pelo contrário, eles são ótimos. Fazem de tudo… e tudo muito rápido! No entanto, ainda acredito que o uso do giz (tudo bem, vamos modernizar um pouquinho, da caneta esferográfica)  e do quadro são provas de que estamos realmente interagindo com as pessoas, e não fazendo download em massa de conteúdos para um vestibular platônico. A caneta está ali, livre em sua simplicidade, pronta para responder a qualquer ideia maluca que venha do professor ou dos alunos. Ou uma dúvida mais complexa, um comentário interessante. Com esta simples ferramenta, a cultura pode ser criada ao vivo, na frente dos alunos, interagindo de fato com eles. Enfim, ainda acredito que, por trás disso tudo, existe um ser humano que continua se esforçando para ser humano. Até quando eu não sei…

Fico por aqui.

Abraços,
Ju


Qual o caminho para tornar a matemática mais fascinante???

A Matemática sempre foi vista como a matéria aterrorizadora dos alunos. Quando se pergunta nas escolas qual a disciplina que os alunos mais gostam, aparecem com maior frequência a Língua Portuguesa, Ciências, Geografia e História, sendo que a Matemática é a menos citada na grande maioria das vezes. 

Por que será que isso acontece?

Sabe-se que os seres humanos nascem com habilidades múltiplas e alguns possuem habilidades mais aguçadas para determinadas áreas. Os que tendem à área de exatas se dão muito bem na escola com a matemática, física ou química. Já outros, precisam desenvolver essas habilidades e é neste ponto que entra a importância do “como” desenvolvê-las.

A criança enquanto na educação Infantil, e até mesmo nas séries iniciais, possui um contato maior com atividades lúdicas, porém, isso vai se perdendo no decorrer dos anos. Este fato faz com que os alunos conscientizem-se do material lúdico como ferramenta voltada apenas para “crianças” e quando estão já no fundamental II ou no ensino médio, acreditam que não precisam mais dar passos por este valioso caminho.

Outro motivo é a forma como são introduzidos tais materiais. Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos. Na Educação infantil, muitas vezes os professores restringem-se apenas a deixar os alunos “brincarem” com o material, montando casinhas, carrinhos e robozinhos e perdem o foco do trabalho com este material. Às vezes até trabalham a questão das formas geométricas, porém estagnam.

Quando esses alunos chegam no 1º, 2º ano não querem mais trabalhar com os blocos, pois acham que são só pra “criancinhas”. Para que tal fato não ocorra, o professor deve deixar bem claro aos alunos a importância desse material, traçando assim seus objetivos, mesmo que não trabalhe com todas as possibilidades.

Só para ressaltar, com os blocos lógicos é possível trabalhar no fundamental II ou até mesmo no ensino médio, fazendo um Jogo de Dominós, utilizando todas suas características e propriedades.

E por que não ensinar a função seno aos alunos do ensino médio com a ajuda de rodas de carro e uma vara de pescar? E a função quadrática, que tal levar os alunos em um jogo de voleibol para entenderem o que é uma parábola?

Esse é o caminho, utilizar materiais concretos e do cotidiano para explicar conteúdos tão abstratos aos alunos.

A partir do momento que o aluno tomar consciência de que a matemática pode ser entendida e não só decorada; encontrada ao seu redor e não como algo vindo do além (abstrato) pode-se mudar esse quadro e encontrar com mais frequência a resposta MATEMÁTICA para a pergunta: qual a matéria que você mais gosta?

Pense nisso…

Um abraço!
Ju


Olá pessoal,

Hoje vou postar um e-mail que recebi esta semana. É uma piada sobre o ensino de matemática nas últimas décadas. Achei “tragicômica”, mas ao mesmo tempo interessante pelo lugar de destaque que é colocado uma metodologia muito praticada hoje em dia: o conhecimento por múltipla escolha. Veja:

“Relato de uma professora de Matemática. Realidade ou exagero?

Semana passada, entrei numa loja e comprei um produto que custou R$1,58.

Dei R$2,00 à balconista e peguei na minha bolsa R$ 0,08 para evitar receber muitas moedas de troco. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que tinha de receber R$0,50 de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar, e ela continuava sem entender...

Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de Matemática em 1950:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de Matemática em 1970:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de Matemática em 1980:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é R$80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de Matemática em 1990:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

( ) R$ 20,00 ( ) R$40,00 ( ) R$60,00 ( ) R$80,00 ( ) R$100,00

5. Ensino de Matemática em 2000:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é R$80,00. O lucro é de R$20,00. Está certo?

( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de Matemática em 2010:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção dessa lenha é R$80,00. Se você souber ler, coloque um "x" no R$20,00.

( ) R$20,00 ( ) R$40,00 ( ) R$60,00 ( ) R$80,00 ( ) R$100,00”

Vou finalizar usando uma velha e conhecida frase: “Tem que rir para não chorar.”

Até mais!
Ju


Pense nisso 6

Abraços,
Ju


Encontrei no site Charges.com.br, do Maurício Ricardo, uma situação que só não é cômica porque é trágica, afinal, é a pura realidade da educação brasileira. Veja:

 

Abraços,
Ju


Olá pessoal,

Hoje vou postar um vídeo que retrata a importância da Geometria no cotidiano. Ele mostra como as formas geométricas estão presentes em vários contextos do dia a dia, inclusive na natureza.

Vamos assistir???

Fonte: www.dominiopublico.gov.br. Programa mão na forma, produzido pelo Ministério da Cultura, Secretaria de Educação e TV Escola.

Que tal agora olhar a matemática com outros olhos???

Um abraço!
Ju


Pense nisso 4

Não tenho objeção à inclusão da contextualização de assuntos, acredito que aplicada criteriosamente, pode desempenhar um papel muito positivo no aspecto ensino-aprendizagem. Não concordo, entretanto, com o modismo que está virando regra obrigatória. Questões mais “abstratas” também têm um papel importante a desempenhar, afinal, a abstração ou a “descontextualização” é uma característica importante da Matemática. Pense nisso.

Um abraço!
Ju


''Não há saber mais, nem saber menos, há saberes diferentes.'' (Paulo Freire)

Um abraço!
Ju


Pense nisso 1

Apesar do uso da calculadora ter se tornado comum no nosso cotidiano, a instituição escolar tem persistido, na melhor das hipóteses, em ignorar a sua existência, pois ainda chega a proibir o seu uso.

Segundo Pucci: “o problema mais sério aqui é, creio eu, fingir que a calculadora ainda não foi inventada. A escola (digo, o professor de matemática, principalmente) enxerga a calculadora como um objeto impuro, pornográfico, a ponto de bani-la da sua sala de aula”.

Ubiratan D'Ambrósio enfatiza a importância da inserção da tecnologia na vida da criança: “ignorar a presença de computadores e calculadoras na educação matemática é condenar os estudantes a uma subordinação total a subempregos”.

Usualmente, no âmbito escolar, temos construído significados que associam a calculadora à inibição do raciocínio ou à preguiça. Porém, ao explorarem este artefato cultural, os estudantes desenvolvem habilidades vinculadas ao cálculo mental, à decomposição e à estimativa, rompendo com aqueles significados destacados anteriormente.

Além disto, com a exploração da calculadora estaremos auxiliando os alunos a lidarem com problemas de seu dia-a-dia (compra e venda de produtos, custo de uma produção, etc) e também preparando-os para o mercado de trabalho, o qual exige, cada vez mais, trabalhadores capazes de operar com as novas tecnologias.

E, o que vocês pensam??? Até quanto é permitido o uso da calculadora em sala de aula???

Ahhh!!! Antes de me despedir, gostaria de parabenizar a todos os leitores homens pelo seu dia. Sim! Se você não sabia, hoje, 15 de julho é comemorado o dia do Homem. Parabéns!!!

Dia do homem

Agora sim. Abraços e até amanhã!
Ju


Pense nisso

Bem, eu espero que não.

Abraços,
Ju


Professor

Quando...

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.

Não tem automóvel, é coitado.

Tem automóvel, chora de “Barriga Cheia".

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um “Caxias”.

Precisa faltar, é turista.

Conversa com os outros professores, está malhando os alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.

Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.

O aluno é aprovado, "Deu mole".

Éhhh, professor está sempre errado, mas, se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

 

Bjinhos e até mais.
Não esqueçam que amanhã é dia de Enigmas da Ju hein.
Apareçam.
Ju.